É com muito pesar que esse blog lamenta a inércia que paira na Secretária de Audiovisual desde 2011. Os sintomas foram sentidos e denunciados na mídia pela classe cinematográfica em várias polêmicas. A seguir listamos os mais notórios: (i) o discurso vago e sem sentido sobre o rumos da secretaria; (ii) as declarações equivocadas sobre o DOC-TV – até agora a melhor e mais ampla política pública para o cinema e TV já posta em prática no Brasil; (iii) a falta de diálogo com os realizadores e demais órgãos relativos ao cinema, bem como a ausência de diálogo com a ANCINE – Agência Nacional de Cinema; (iv) por fim a aplicação equivocada das políticas já desenvolvidas – estancamento de editais e uso do Fundo Nacional de Cultura para o custeio dos Editais de 2011.

Também é sintomático essa inércia na falta de noção das comunicações emitidas pela própria SAV. O exemplo mais recente é o Novo Chamamento Público SAV/MINC ou mesmo o comunicado/carta aberta/sei lá o quê, emitida no início do ano para atender o “clamor” dos realizadores e entidades. Para os que acham que o problema do Ministério da Cultura se resume a sua gestão, talvez a troca de nome no comando da pasta possa ser o sinal de mudanças. Nesse perspectiva deve-se exigir a imediata troca na condução da SAV/MINC.