Exibição do longa-metragem Luz Silenciosa, em cópia 35mm, seguida de conversa com Carlos Reygadas.

Exibição do longa-metragem Luz Silenciosa, em cópia 35mm, seguida de conversa com Carlos Reygadas.

Sinopse: Os menonitas defendem o pacifismo radical e rejeitam o progresso, mas a comunidade de Johan é mais moderada. Usam carros e os benefícios da medicina moderna. Neste ambiente Johan se apaixona por outra mulher, contrariando as leis de sua religião.

Data: 15 de junho (sábado) às 20h30
Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco)
Entrada franca. Distribuição de ingressos 01 hora antes do evento.

CARLOS REYGADAS

Nasceu em 1971, na Cidade do México. Seu primeiro longa-metragem, Japão (Japón, 2002) estreou no Festival de Cinema de Roterdã e recebeu o Caméra d’Or, no Festival de Cannes. Batalha no Céu (Batalla en el Cielo, 2004), seu segundo longa, competiu pela Palma de Ouro no Festival de Cannes 2005. Em 2007, ganhou o Prêmio do Júri do festival francês com seu terceiro longa, Luz Silenciosa, o qual Martin Scorsese considerou uma obra-prima. Com seu filme mais recente, Post Tenebras Lux, inédito no circuito comercial brasileiro, Reygadas ganhou o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 2012. É professor na Sarajevo Film Academy, no programa de doutorado dirigido por Béla Tarr, ao lado de cineastas como Aki Kaurismäki, Apichatpong Weerasethakul e Gus Van Sant.

 FICÇÃO VIVA II

Realizado desde outubro de 2012, o projeto Ficção Viva traz seis cineastas ibero-americanos a Curitiba para ministrar oficinas de roteiro e participar de encontros abertos ao público. O ciclo teve início com o brasileiro Karim Aïnouz, diretor de filmes como “Madame Satã” e “O Céu de Suely”. Em novembro, foi a vez do mexicano Guillermo Arriaga, vencedor do prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes por “Três Enterros”. Em 2013, o projeto recebeu Kleber Mendonça Filho – diretor do mundialmente premiado “O Som ao Redor” –, o português Miguel Gomes – cujo terceiro longa-metragem, “Tabu”, integrou as principais listas de melhor filme do ano de 2012 – e a argentina Lucrecia Martel, roteirista e diretora de “O Pântano”, considerado o melhor filme da década produzido na América Latina. O mexicano Carlos Reygadas encerra o Ficção Viva II em junho. Em agosto haverá o lançamento de um livro contendo entrevistas com todos os convidados do projeto.

Mais informações: www.ficcaoviva.com | www.facebook.com/ficcaoviva | info@ficcaoviva.com | 55 41 3324-3377