Citações para o 13 de julho

DORSAL-quadro-LPs

“O hardcore Straight faz em 23 faixas rapidíssimas, o Sepultura parecer os Canarinhos de Petrópolis.”

Arthur Dapieve no Globo em novembro de 1996.

“Só resta saber quando Carlos vai lançar sua enciclopédia.”

Revista Top Rock sobre o alfabético Alea Jacta Est de 1995.

“Não adianta uma Banda fazer uma autêntica obra-prima e passar o resto da vida como Gênios-Cult e sem grana no bolso.”

Fernando Souza Filho sobre o Alea em setembro de 1994, perpetuando a maldição lançada no ano anterior.

“É a verdadeira pregação eletrônica.”

Revista esotérica Ano Zero em julho de 1993 sobre o Musical Guide. Título da matéria: “Não se faz omelete sem quebrar o ovo áurico”.

“Todo o mal deste mundo não está na diferença entre os homens e os países, mas sim no íntimo de cada um dos seres humanos.”

Carlos se recuperando de vez na Dynamite em 1992.

“Carlos se orgulha de nunca ter usado uma bermuda em toda a sua vida.”

Luiz Henrique Romanholi em O Globo em agosto de 1991.

“É proibido subir no palco.”

Cláusula contratual para show no Teatro Ipanema no Rio em 1990.

“O que faz alguém urrar: o que está faltando neste terrível mundo é amor – em inglês – em meio a hecatombes Death Metal?”

Pergunta lógica de Pedro Só para o Jornal do Brasil.

“Ouvi dizer que o Carlão não perdoa nem vidrinho de perfume.”

Crítica sobre o comportamento suspeito do tal Carlão em SP. Rock Brigade 1988.

“Qualquer pessoa tem o direito de por fim à sua própria vida, mas ninguém tem o direito de matar.”

Análise muito lógica da conjectura nacional no Globo em maio de 1987.

“Dorsal, do teu semblante implacável percebe-se a aproximação de um futuro onde antigos e desgastados padrões irão para picas, onde valerá o dentro para fora.”

Antonio Pirani do próprio punho em 1986 para a Rock Brigade.

“Será que a sua gana provém daquela estranha máscara?”

Revista Metal sobre Marcos Animal em 1985.

“Rock é universal. Quem tem raiz é árvore.”

Carlos revoltadíssimo no Jornal do Brasil em julho de 1984.

“É isso aí, tem que correr atrás rapazeada.”

Talvez a primeira nota sobre a Dorsal. Jornal carioca Rock em outubro de 1983.

“Sou careta, católico, espírita, budista, crente, descrente, homossexual, nazista, ateu, conservador, reacionário, integralista, comunista, vermelho, radical. Que outra palavra esqueci? Sou tudo e muito mais, porque sou a liberdade, o livre pensar.”

Carlos respondendo à altura as críticas feitas pela oposição contra a campanha do novo CD em 2012.

Obs.: Na ordem que foram postadas no Facebook da Dorsal Atlântica. Retirado do livro Guerrilha, 2º edição.