A pseudo crise da Cinemateca Brasileira e a preservação cinematográfica no Brasil

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Após um período superior a uma década de muito equívoco e personalismo na condução das políticas de preservação cinematográfica no âmbito federal, o MINC – e isso de se deve a saída do senhor Carlos Magalhães da direção da Cinemateca Brasileira e da senhora Ana Paula Santana da SAV – Secretaria do Audiovisual – começamos a notar uma diferença no trato dessa matéria pelo governo e, principalmente, uma possibilidade de diálogo entre os profissionais da área, os realizadores, os pesquisadores (???), os entes governamentais e a sociedade civil como um todo.

Se você ainda não sacou o que rolou, vamos por partes: